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Talvez Opinião #1

Comments (8)
  1. Cisto diz:

    ah e um pormenor: as frases que citei foram pescadas em 17 segundos, o quer demonstra a frequencia com que ocorrem neste blog.

  2. Cisto diz:

    Sim Alex eu entendi isso, nem penses que me inflamei por ser o meu irmao a ter escrito o tal post ;) pois tb n me revejo na inflamacao que ele assume por vezes.
    De qq modo, a resposta eh clara: num blog, todos podem falar do que quiserem da maneira que quiserem utlizando a linguagem que lhes apetecer (dentro dos limites legais, presumo). A relevancia de um blog desses sera no entanto limitada. O Vasco e o Fred continuaram a nao entender a verdadeira questao, avaliando pelos comentarios deles. Mostrar indiferenca em relacao ‘a linguagem utilizada, focando-se apenas na falsa questao da liberdade de expressao, eh de lastimar, tendo em conta que ambos tem um curso superior de comunicacao social.
    Mas para resumir o meu ponto de vista: ninguem podera nunca discutir que um acorde do Antonio Variacoes atingiu o Fred em cheio na prostata, tal foi o sentimento que lhe provocou na alma. Mas poder-se-a discutir sim a execucao tecnica do mesmo, o valor inovativo, os universos culturais que abrange, a eficacia na transmissao de uma mensagem, se ha que a ha. E para se opinar nestes aspectos, saber do que se esta a falar e’ necessario para que a leitura seja interessante.

  3. Alex diz:

    Para mim, não é por ser mais ou menos complicado que determinada música é “melhor” que outra. Há tanta beleza nas coisas mais simples… Mencionaram tanto os Beatles que vou utilizar o mesmo exemplo – os seus primeiros álbuns são bastante simples e eu gosto deles.

    Raul, eu fui buscar o outro post apenas como referência para começo de conversa. Concordo que não é uma oposição total ao post referido, nem nunca foi essa a intenção, apenas uma reflexão à volta do assunto. E penso ter deixado clara a minha opinião, os que não sabem de escala podem/devem falar apenas da sua experiência pessoal com a música e nada mais. Concordo que essas frases que citaste não se enquadram de todo numa experiência pessoal.

  4. Vasco diz:

    “Quanto às escalas ou teoria musical, o John Lennon não sabia ler “uma palha de música” e compôs das maiores canções de rock n roll do século XX! 7 acordes, algumas variações e já está”

    isto nao é verdade. Lennon não sabia ler pautas mas sabia a teoria da musica: tempos, escalas etc.
    Não é preciso saber ler musica para ter presente a teoria.
    É logico que quando ele escreveu o imagine sabia que estava na “key of C”.
    Paul, no entanto, sabe ler musica.
    Muitas musicas do mozart também andam a volta de 7 acordes com pequenas variações.
    Não existia simplicidade nos beatles. Isso é absurdo e basta ouvir o sgt pepper ou album branco para perceber.

  5. Frederico Batista diz:

    Pode ter-se opinião de tudo. Desde o Porno até a fraldas de bébé… Se em algum dos casos tiveres algo a partilhar, força. Os blogues servem, principalmente para amadores poderem ter o seu pequeno contributo. Seja de forma clássica, moderna, vanguarda, revolucionária ou reaccionária, ou apenas para comentar. Quem quer lê quem não quer azar!

  6. Cisto diz:

    Caro Alex e resto da malta que comentou aqui, a tua questão parece-me desfasada do post a que te referes.
    É evidente que qualquer um pode dar a sua opinião acerca do que quiser. Seria preciso um Ahmadinejad ou um Hugo chavez para ordenar o contrário. Não me parece que esse texto do ico contradiga a tua rflexão.
    A questão é a linguagem utilizada. Para te dar exemplos concretos disto, não precisei de procurar muito. Frases como “mas a música dele é irrepreensível”, “um perfeito falsetto”, “Franz Ferdinand é sinónimo de qualidade” foram tiradas dos 3 posts que antecederam este. São frases de carácter absoluto (ou erudito) e não de carácter pessoal (ou subjectivo). Tenho a sensação de que era a isto que o Ico se referia ao falar em conhecimento da escala pentatónica.
    abraço

  7. Amigo

    Estamos num País livre. Cada um opina sobre aquilo que quiser: Música, Cinema, Politica, Livros, Futebol! Anything Goes…
    No que respeita à música não precisas de saber tocá-la, basta senti-la! E se a sentes e se ela te leva a algum “lugar” (bom ou mau) já o suficiente para perceberes o que ela te diz!
    Quanto às escalas ou teoria musical, o John Lennon não sabia ler “uma palha de música” e compôs das maiores canções de rock n roll do século XX! 7 acordes, algumas variações e já está.

    Abraço

  8. Vasco diz:

    Não precisas de saber teoria musical para ter uma opinião sobre música, obviamente. Como disse o grande Herman José, as opiniões são como as vaginas, ou seja, cada um tem direito à sua.
    O gosto de cada um é algo muito pessoal e só levam às discussões inúteis de rabo na boca.
    No entanto, ajuda muito se tiveres algum conhecimento musical. Eu fiz questão de aprender guitarra aos 16 anos e ajudou muito.
    Tive um grande professor que me falou da importância de grandes músicos como miles davis, beatles ou os yes e como “as coisas funcionavam”.
    Ao contrário do que muitos pensam, a complexidade da composições não devem ser confundidas com qualidade.
    Segundo ese raciocinio errático , o surfing with the alien do satriani seria melhor que o revolver dos beatles. Todos sabemos que não é.
    O que faz uma boa música muitas vezes é a repetição sucessivas das mesmas notas e das emoções que retiramos dos acordes.
    Resumindo, o que importa para mim é o “rasgo”: Seja Beethoven, Miles davis, John Lennon ou Joey Ramone.

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