Uma Mão Cheia de Harry Nilsson

Harry Nilsson teve uma vida curta, num quase constante lost weekend. Subiu ao quase estrelato e foi votado ao quase esquecimento. Esse advérbio quase resume o percurso de um artista tocado pelo génio. Há coisas que não se compreendem nem…

The Beatles – Let It Be (1970)

Let it be não é o melhor disco dos Beatles, longe disso. Talvez seja, porém, o mais verdadeiro, vulnerável como uma ferida aberta, contraditório como a própria vida.

The Beatles – Beatles For Sale (1964)

Quatro discos em dois anos é motivo para um visível cansaço. Neste álbum os Beatles voltam a fazer versões, começam a escrever temas mais sérios e dão passos para dominar o ambiente do estúdio.

The Beatles – With The Beatles (1963)

Neste segundo álbum os Beatles mostraram que o alarido da “Beatlemania” era justificável. Sem ser inovador, With The Beatles continua a expandir os horizontes e o nível de popularidade estratosférico da banda de Liverpool.

Allah-Las || Lisboa ao Vivo

O Lisboa ao Vivo encheu para celebrar as boas vibrações que os Allah-Las trouxeram.

The Beatles – Abbey Road (1969)

Após a turbulência das gravações de Get Back/Let It Be, os Beatles voltam aos seus estúdios preferidos para gravar aquele que seria o seu último disco de originais. Abbey Road é, certamente, o melhor último disco de qualquer banda. A proeza só poderia estar a cabo dos quatro fantásticos de Liverpool.

James Taylor – Gorilla (1975)

Gorilla é um álbum alegre, que não larga o amor.

The Claypool Lennon Delirium – South of Reality (2019)

South of Reality é um instante de exaltação do espírito, uma alucinação sonora, um entusiasmo pulsante e intenso.

The Beatles – Yellow Submarine (1969)

A banda sonora de Yellow Submarine, só lançada no ano seguinte, é uma mistura de grandes êxitos psicadélicos e arranjos orquestrais de George Martin. A banda, essa, já estava bem longe da beleza e tranquilidade de Pepperland… 

The Beatles – The Beatles [White Album] (1968)

O white album não é só um grande clássico cheio de canções imortais. É o cânone a partir do qual todos os álbuns-duplos são medidos.

George Harrison – Brainwashed (2002)

Lançado postumamente, Brainwashed é prova de vida do incrível talento de George Harrison e, é acima de tudo, uma viagem pelo que sempre o definiu – humor, humanismo e, claro, espiritualidade.

Jonathan Wilson – Rare Birds (2018)

Ao terceiro capítulo, Jonathan Wilson acrescenta ao seu rock clássico algumas incursões sobre o soft rock. As canções continuam belíssimas mas a sua desmedida ambição prega-lhe algumas rasteiras.

“Here Comes The Sun (Concert For Bangladesh)” – George Harrison

Estes rasgos pontuais do sol de Inverno que nos aquecem o rosto e a alma, são absolutamente viciantes. Apetece-nos automaticamente recordar esta canção dos Beatles, lançada em 1969 no álbum Abbey Road, aqui na versão Concert for Bangladesh.

The Beatles – Sgt. Pepper’s Lonely Hearts Club Band (1967)

Sgt. Pepper foi o auge da excentricidade dos Beatles. Em pleno Verão do Amor de 67, a criatividade da banda de Liverpool levou-os mais longe do que eles próprios, marcando a história da música com um dos melhores e mais complexos álbuns de sempre.

Delaney & Bonnie – On Tour With Eric Clapton (1970)

On Tour, disco gravado ao vivo, não é apenas o pináculo da carreira do duo Delaney & Bonnie como também marca o início das carreiras a solo de Eric Clapton e George Harrison. Um acervo histórico que urge (re)visitar.

Kula Shaker – K 2.0 (2016)

K 2.0 nunca virá a ser falado para os melhores discos de 2016. Provavelmente nem dos melhores discos psicadélicos deste ano. Não deixa é de ser uma grande notícia ter os Kula Shaker em forma vinte anos depois do seu disco de estreia e saber que o rock psicadélico continuará sempre em boas mãos. Mesmo fora de moda…

The Beatles – Rubber Soul (1965)

Foi com Rubber Soul que Paul, John, George e Ringo se catapultaram para a outra margem, para um mundo desconhecido que haviam de pavimentar para outros atos futuros.

“Run of the Mill” – George Harrison

All Things Must Pass é talvez o meu álbum preferido, não apenas de George Harrison, mas de um Beatle a solo. E, convenhamos, os últimos dois a três anos da década anterior foram uma altura especialmente produtiva para Harrison: aí conta com…