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I want you so bad it’s driving me mad

Comments (11)
  1. Frederico Batista diz:

    A honestidade de uma banda vê-se num concerto. Sentes que há empatia com o público. Não é apenas tocar aqueles minutos previstos de modo quase automático e limpinho. Vê-se emoção em quem está no lado de lá. Um concerto politicamente correcto é ao estilo dos Killers ou U2 em que as pessoas parecem vestir as camisolas dos clubes banda e a vitória é garantida, seja um bom concerto ou não.

  2. João diz:

    O q é a honestidade de uma banda? E isso do politicamente correcto?

  3. Joana diz:

    Meus caros! Como mera espectadora do vosso blog e dos vossos comentários, a única coisa que posso apontar é que a musica evolui, o jazz evoluiu, deu origem a vários tipos de jazz… no mundo maior parte daquilo que podia ser inventado já o foi, mas a questão principal é saber criar a partir daquilo que já existe… concordo que aquilo que se ouve actualmente é tudo muito parecido, não há muita novidade… mas defender que “o melhor já está feito e não vale a pena insistir” é uma atitude muito derrotista… Imaginem na música clássica Mozart, Beethoven, Chopain, Puccini, Verdi… depois disto nenhum compositor podia voltar a compor uma sinfonia ou uma ópera… o mesmo poderia acontecer com o jazz, depois de musicos como coltrane, miles davis, mingus… nesse sentido não poderiam haver novos musicos!!! Mas existem… quando miles davis apareceu ou mesmo coltrane, na época áurea das big bands e do swing eles conseguiram inovar e criar estilos diferentes de jazz (bebop e a improvisação), não tiveram medo de arriscar… o mesmo pode vir a acontecer com o rock, agora é preciso acreditar, tentar, experimentar… uns projectos podem correr mal outros podem correr melhor e acho que os FF são um desses casos, como muitas outras bandas ou projectos que existem, que correu bem!!!

  4. Raul Cisto diz:

    cara joana,

    agradeço o texto, mas não me fiz compreender. duvido que haja alguém neste blog que goste mais de música quanto eu (tal como os outros possam sentir o mesmo em relação a eles próprios) e nunca na vida afirmaria que determinada expressão artística (como a música) já está esgotada e não vale a pena insistir. Existem infinitas possibilidades musicais e sempre existirão, basta pensar que raríssimas foram as vezes em que a música rock explorou algo mais complexo que semi-tons e ritmos quaternários. O exemplo que deste de músicos de períodos romanticos como o de Beethoven é pertinente: exite algum compositor contemporâneo que lhe passe pela cabeça compôr nos mesmos moldes de Beethoven?? Ou até de Coltrane? Não seria ridículo? Então por que é que o mesmo acontece com o Rock? É certo tratar-se de um género mais recente, mas que tem sido muito muito mais explorado que os outros. Mas não vejo nenhum compositor contemporâneo a escrever música barroca, nestes dias.

  5. Raul Cisto diz:

    epá, não quero malhar em ninguém em especial. Apenas referi FF porque foi a musica deles que ouvi no meio das outras e a o contraste foi tão brutal que me chocou. De resto, acho bom que essas bandas existam. Mas relativemos.

  6. Frederico Batista diz:

    Depende…Concordo que nada que for feito nos dias hoje alguma vez baterá o que foi feito antes. No entanto, se queres comparar britney a franz acho mal. Uns são gente que tenta fazer música e até tenta inovar em certos aspectos, outra enfim… Nem tudo é só marketing. Em Paredes de Coura viu-se uma banda, FF, completamentamente honesta, ao contrário de outras, tipo Killers, muito já Politicamente correctas. Queres malhar em alguma banda? Não malhes nos FF…

  7. Alex diz:

    Não concordo mas não tenho tempo agora para argumentar. Mesmo. Comentarei logo que possível. Provavelmente daqui a 3 semanas. Mas preferia num próximo fds qdo cá viesses ò Raul com um copo de vinho na mão. ;-)

  8. Raul Cisto diz:

    ehe obrigado por pores os acentos e tal ;) ganda fred

  9. Raul Cisto diz:

    essa acuidade em nada altera o conteúdo do meu post. a questão é: concordas com ele?

  10. Frederico Batista diz:

    Caro raul, se estivesses com atenção em vez de andares a ver cáries alheias saberias que o meu bolo é vintage. Não há cá nada pós 72…

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