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Comments (4)
  1. A bela cover dos 10.000 Maniacs http://www.youtube.com/watch?v=H14R4ZsMM0E&feature=PlayList&p=50DABDFE68B9FB84&index=0&playnext=1

    da maravilhosa original Because the Night, de Patti Smith

    Soberbo

  2. Fredo, que padreco da tua parte… Os originais como a religião ortodoxa que não pode ser tocada…

  3. Frederico Batista diz:

    Tenho várias reservas em relação às covers. Mas é preciso ir por pontos.

    1ºCovers que não trazem nada de novo à música original.Ex:Robbie Williams com covers dos Queen. Live and Let Die,There she goes,don’t dream it’s over. Se enquanto os guns têm um grande reportório de originais, sendo a Live… apenas uma cover ou homenagem, já os Sixpence none the ritcher fazem um ano ou mais de sucesso à conta de duas covers, nem trazendo nada de original à musica original. Ou seja não precisámos destas para NADA.

    2ºBandas ou músicos que pegam num tema que lhe diz tanto e lhes dão um cunho tão pessoal que essa cover passa quase a ser o original.
    Ex:Jimi Hendrix-All Along…,Nirvana-Love Buzz e Man who sold the world,Faith no More-Easy,George Harrison-If Not for you,Jeff Buckley-Hallejuah.

    3ºBandas ou músicos que desgraçam os originais
    ex:Limp Bizkit – Behind Blue Eyes e Wish You Were Here, Oasis – I am the Walrus, etc…

    4ºBandas ou músicos que pegam nas músicas e as levam para outros campeonatos.
    Ex:Nouvelle Vague.

    Eu à partida sou contra as covers. Porque por muitas vezes perde-se a noção dos originais. Muitos fazem-se passar quase como originais. Se for para uma colectânea, álbum ou concerto ao vivo, gosto de ouvir uma boa cover. Fazer singles com covers, à partida sou contra.

  4. Podem levantar-se duas questões: o pagamento (ou não) dos direitos, e a satisfação (ou não) com o resultado final. Na primeira não me meto, cada um deveria ser livre de cobrar o que lhe parecer razoável pela sua criação.

    Na que toca à segunda, caros compositores, deixem-se de merdas. A partir do momento em que fica em mãos diferentes, uma música não ganha uma vida nova, ganha mais uma vida – independente da original, apenas nascida da sua semente. E se nascer daí um sucesso que faria o compositor vomitar, ele que se lembre: ninguém tem autoridade para ditar o gosto dos outros e a verdade é que a sua criação fez mais gente feliz.

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