The Beach Boys – Surfin’ U.S.A. (1963)

Querem evocar a candura do início dos anos 60? Nada melhor do que o veraneante Surfin’ U.S.A..

7.5/10
Jeff Rosenstock – NO DREAM (2020)

Belo disco de Jeff Rosenstock, daqueles que parece tão simples mas que já ninguém faz em 2020.

Banda do Casaco – Dos Benefícios Dum Vendido no Reino dos Bonifácios (1975)

Em 1975 os ambientes progressivos alastravam pelo país. Dos Benefícios Dum Vendido no Reino dos Bonifácios é surrealista, pop e profundamente português.

Chuck Berry – Berry Is On Top (1959)

Se Little Richard era o filho, e Elvis o espírito santo, Chuck Berry será sempre o pai. Devemos-lhe tudo.

Elvis Presley – Elvis Presley (1956)

“Antes de Presley, não havia nada”, diria John Lennon, dramatizando o impacto deste disco.

Sparks – Kimono My House (1974)

Kimono My House marca o caminho que os irmãos Mael seguiriam a partir daqui, com muito falsetto e estilos diferentes.

6/10
Khruangbin – Mordechai (2020)

Mordechai massaja-nos os sentidos, mata a nossa sede e transporta-nos para dimensões etéreas.

7.5/10
Rolling Blackouts Coastal Fever – Sideways to New Italy (2020)

Ao segundo disco, os australianos Rolling Blackouts Coastal Fever mantêm todos os argumentos que os lançaram para a ribalta, num disco soalheiro mas ao qual falta algum golpe de asa.

7/10
Clã – Véspera (2020)

Véspera mostra a mestria e o bom gosto do conjunto, num trabalho para ser apreciado mais com a cabeça do que com a cintura ou o coração.

Red Hot Chili Peppers – Californication (1999)

O primeiro regresso de John Frusciante dá aos Red Hot Chili Peppers o maior sucesso da sua carreira, num disco carregado de singles fortíssimos

Prefab Sprout – Steve McQueen (1985)

Steve McQueen junta as letras de Paddy McAloon à produção de Thomas Dolby para criar um clássico de sofisticação.

7.5/10
Neil Young – Homegrown (2020)

Homegrown, o mítico disco de Neil Young perdido desde 1975, vê finalmente a luz do dia. Tem alguns momentos brilhantes mas acaba por não corresponder totalmente à lenda que há tanto tempo o rodeia.

6.5/10
Animal Collective – Bridge to Quiet [EP] (2020)

Bridge to Quiet está longe de ser um statement artístico portentoso, mas é um esticar de pernas de uma banda que não consegue ficar quieta durante muito tempo.

9.5/10
Bob Dylan – Rough and Rowdy Days (2020)

Dylan oferece-nos uma comovente reflexão sobre a mortalidade, a arte e a memória. Estamos em crer que este miúdo vai longe…

6.5/10
TOPS – I Feel Alive (2020)

I Feel Alive é um disco introspetivo para dançar ao som de coloridos sintetizadores saídos de décadas passadas, guitarras solares e a ocasional flauta.

7/10
Sparks – A Steady Drip, Drip, Drip (2020)

A Steady Drip, Drip, Drip é o mais recente disco dos Sparks. A particular arte pop teatral da banda ainda mexe e Ron e Russell continuam a fazer discos bastante curiosos.

Julia Jacklin – Don’t Let The Kids Win (2016)

Como se de uma carta aberta para a sua eu em crescimento se tratasse, com todas as questões e ânsias que o desenvolvimento acarreta, Julia oferece-nos um conjunto de poemas sobre a vida numa altura em que tudo parece incerto e assustador.

8.5/10
:papercutz – King Ruiner (2020)

Em King Ruiner papercutz está (estão?) melhor que nunca. O disco vai-se revelando aos poucos…