6.5/10
King John – All The Good Men That Did Ever Exist (2020)

King John, alter-ego do açoriano António Alves, entrega um bom disco de estreia influenciado pelo blues-rock.

8/10
Asimov and the Hidden Circus – Flowers (2020)

Ao quarto capítulo, os portugueses Asimov fazem o seu melhor disco: selvagem, psicadélico e tribal. Para aplacar os maus espíritos do tempo, pendurando cabeças humanas em paus. 

9/10
Fiona Apple – Fetch The Bolt Cutters (2020)

Ao quinto álbum, Fiona Apple apresenta a sua melhor música. Fora dos limites reservados aos comuns mortais, a nova iorquina volta a mostrar que o seu o planeta tem uma bela banda sonora. Um dos candidatos a disco do ano.

6.5/10
Três Tristes Tigres – Mínima Luz (2020)

Mais de 20 anos depois, os Três Tristes Tigres voltam aos discos, com uma obra densa e claustrofóbica mas também recompensadora

9/10
Sr. Chinarro – El Bando Bueno (2020)

Sr. Chinarro regressa com El Bando Bueno. A sua forma é extraordinária, contrastando com a debilidade do planeta que nele se canta.

6/10
Car Seat Headrest – Making a Door Less Open (2020)

Quatro anos depois, um novo Will Toledo surge.

8/10
Pop Dell’Arte – Transgressio Global (2020)

Ao quinto disco, os Pop Dell’Arte fazem um apelo: desobedeçam, desobedeçam sempre, porque só desobedecendo o mundo gira e avança.

8/10
Grimes – Miss Anthropocene (2020)

É a mistura entre sonoridades várias, que se entrecruzam com o lado mais místico e fantástico de Grimes que tornam este disco tão diferente.

10/10
12 Songs From Home – Ludovico Einaudi (2020)

Gravado entre março e abril de 2020, durante o pico do confinamento em Itália, Ludovico Einaudi eternizou neste álbum o misto de sentimentos de clausura e de esperança que o mundo sentiu diariamente ao longo dos últimos meses.

8/10
Laura Marling – Song for Our Daughter (2020)

Song for Our Daughter é o sétimo disco de Marling, o que é impressionante para quem só tem 30 anos.

8/10
Nap Eyes – Snapshot of a Beginner (2020)

Os Nap Eyes são uma das grandes bandas da atualidade.

5.5/10
Childish Gambino – 3.15.20 (2020)

Donald Glover criou outro retrato dos tempos em que vivemos

6/10
Poppy – I Disagree (2020)

Poppy é um fenómeno da internet. Criada como projeto artístico/performance musical, apresenta o seu mais recente disco “I Disagree”, altamente influenciado pelo rock japonês.

7/10
The Strokes – The New Abnormal (2020)

Os Strokes voltaram e estão muito mais crescidos do que da última vez que os vimos.

6.5/10
Pearl Jam – Gigaton (2020)

Há boas canções, a voz de Eddie Vedder, mas a epifania está distante. Difícil seria o contrário acontecer.  

7/10 
Sufjan Stevens & Lowell Brams – Aporia (2020)

Aporia  é uma paisagem sonora inspirada no New-Age, que teve origem em jam sessions nocturnas de várias horas, levadas a cabo pelo duo. Uma obra de amor entre padrasto e enteado, sem canções memoráveis, mas ambiciosamente brilhante.

8/10
Real Estate – The Main Thing (2020)

Os Real Estate conseguem sempre lançar discos saborosos.

9/10
Nicolas Jaar – Cenizas (2020)

A porta para o interior de Jaar está entreaberta. Entrar dentro da sua mente é uma decisão nossa. (Foi sempre nossa.)