7.5/10
The Killers – Imploding the Mirage (2020)

Sem o guitarrista de sempre, os Killers reinventam-se. Com sucesso: a novidade é empolgante e estreia a relação do grupo com os anos 1980. K.D. Lang e Weyes Blood ajudam.

8.5/10
Fontaines D.C. – A Hero’s Death (2020)

Os Fontaines D.C. voltam em força com o seu segundo álbum, A Hero’s Death, portentoso…

8/10
Rufus Wainwright – Unfollow the Rules (2020)

Depois de homenagear Judy Garland, de gravar óperas, musicar textos de Shakespeare e de um…

7.5/10
JARV IS… – Beyond the pale (2020)

O homem dos Pulp regressa com uma nova banda, novos caminhos musicais e a mestria…

8/10
Phoebe Bridgers – Punisher (2020)

Phoebe Bridgers lançou Punisher, o seu segundo álbum a solo, com uma sonoridade mais madura,…

7/10
David Bruno – Raiashopping (2020)

Todas as canções se relacionam com passar a infância na raia.

7.5/10
Jeff Rosenstock – NO DREAM (2020)

Belo disco de Jeff Rosenstock, daqueles que parece tão simples mas que já ninguém faz em 2020.

6/10
Khruangbin – Mordechai (2020)

Mordechai massaja-nos os sentidos, mata a nossa sede e transporta-nos para dimensões etéreas.

7.5/10
Rolling Blackouts Coastal Fever – Sideways to New Italy (2020)

Ao segundo disco, os australianos Rolling Blackouts Coastal Fever mantêm todos os argumentos que os lançaram para a ribalta, num disco soalheiro mas ao qual falta algum golpe de asa.

7/10
Clã – Véspera (2020)

Véspera mostra a mestria e o bom gosto do conjunto, num trabalho para ser apreciado mais com a cabeça do que com a cintura ou o coração.

7.5/10
Neil Young – Homegrown (2020)

Homegrown, o mítico disco de Neil Young perdido desde 1975, vê finalmente a luz do dia. Tem alguns momentos brilhantes mas acaba por não corresponder totalmente à lenda que há tanto tempo o rodeia.

6.5/10
Animal Collective – Bridge to Quiet [EP] (2020)

Bridge to Quiet está longe de ser um statement artístico portentoso, mas é um esticar de pernas de uma banda que não consegue ficar quieta durante muito tempo.

9.5/10
Bob Dylan – Rough and Rowdy Days (2020)

Dylan oferece-nos uma comovente reflexão sobre a mortalidade, a arte e a memória. Estamos em crer que este miúdo vai longe…

6.5/10
TOPS – I Feel Alive (2020)

I Feel Alive é um disco introspetivo para dançar ao som de coloridos sintetizadores saídos de décadas passadas, guitarras solares e a ocasional flauta.

7/10
Sparks – A Steady Drip, Drip, Drip (2020)

A Steady Drip, Drip, Drip é o mais recente disco dos Sparks. A particular arte pop teatral da banda ainda mexe e Ron e Russell continuam a fazer discos bastante curiosos.

8.5/10
:papercutz – King Ruiner (2020)

Em King Ruiner papercutz está (estão?) melhor que nunca. O disco vai-se revelando aos poucos…

6.5/10
Tom Misch and Yussuf Dayes – What Kind of Music (2020)

What Kind of Music é a zona de segurança de Yussuf Dayes e Tom Misch, sendo também o casamento perfeito entre as sonoridades dos músicos londrinos.

8/10
Porridge Radio – Every Bad (2020)

Bela surpresa dos Porridge Radio, com um disco intenso e visceral.