8/10
Andrew Bird – My Finest Work Yet (2019)

No seu último álbum, Andrew Bird oferece-nos duas opções perante um futuro incerto: temermos o desconhecido ou rirmo-nos das pequenas satisfações que possamos tirar daí.

Sérgio Godinho – Mútuo Consentimento (2011)

Um disco apenas bom, traído por algumas canções menores. Destaque para a valsa gótica “Em Dias Consecutivos”, de uma beleza arrepiante.

8/10
Jonas Munk & Nicklas Sørensen – Always Already Here (2019)

Escapou-nos por entre as mãos no tempo em que saiu, mas conseguimos agarrá-lo agora. É…

Julia Jacklin – Don’t Let The Kids Win (2016)

Como se de uma carta aberta para a sua eu em crescimento se tratasse, com todas as questões e ânsias que o desenvolvimento acarreta, Julia oferece-nos um conjunto de poemas sobre a vida numa altura em que tudo parece incerto e assustador.

7/10
Bombay Bicycle Club – Everything Else Has Gone Wrong (2020)

Everything Else Has Gone Wrong mas os Bombay Bicycle Club estão de volta, em plena forma e com um bonito disco, mantendo a habilidade de sempre de nos fazer dançar envoltos nos seus sons etéreos.

Joanna Newsom – Have One On Me (2010)

Ao terceiro tomo, Joanna traz-nos 3 discos de uma assentada: excêntricos e barrocos, é certo, mas também surpreendentemente acessíveis.

Robyn Hitchcock – Robyn Hitchcock (2017)

Pode ser que não entre à primeira, mas vale a pena insistir.

Arthur Russell – Iowa Dream (2019)

Não é fácil classificar a música de Arthur Russell.

Kendrick Lamar – good kid, m.A.A.d. city (2012)

A primeira obra-prima de Kendrick: um retrato tocante sobre crescer num bairro difícil.

Avi Buffalo – At Best Cuckold (2014)

O segundo disco de Avi Buffalo é um tratado de indie-pop, misturando o sol da Califórnia com a intimidade de um quarto de adolescente

7/10
Marcelo Falcão – Viver (Mais Leve Que o Ar) (2019)

Vocalista de O Rappa segue agora a solo, pelo mesmo caminho que levou a sua antiga banda ao sucesso.

8/10
Alex Cameron – Miami Memory (2019)

No que pensamos quando pensamos em Alex Cameron? Sintetizadores vintage, um saxofone e um rol…

Frank Ocean – Channel Orange (2012)

O sentimento transbordante da soul numa roupagem contemporânea. E um enorme escritor de canções.

7/10
Neil Young & Crazy Horse – Colorado (2019)

Andamos há anos a perguntar se Young ainda terá dentro de si um disco extraordinário.

8.5/10
Allen Halloween – Unplugueto (2019)

Unplugueto foi gravado em formato ao vivo e dá-nos um misto de temas conhecidos e outros menos.

Walkmen – Heaven (2012)

Heaven é um daqueles álbuns que parecem não ter data, ouve-se tão bem hoje como se ouvia em 2012, e cada faixa flui para a seguinte de tal forma que sentimos que o fim do disco chega antes do tempo.

7/10
Fat White Family – Serfs Up! (2019)

Serf’s Up é um disco completo e bem conseguido, de sons ecléticos e estilo refrescante, e mostra bem que os Fat White Family encontraram o seu caminho.

8/10
Mac Miller – Circles (2020)

O melhor adjectivo que encontramos para Circles é: acolhedor. As 12 músicas que o incorporam têm um fio condutor e quase se sentem como um abraço daqueles bem apertados.