Kanye West – 808s & Heartbreak (2008)

Uma nova era do hip-hop começou com este disco: melódica e melancólica, anestesiada em auto-tune, onde o vazio interior pós-fama vale mais do que qualquer ouro ao pescoço.

Sérgio Godinho – Ligação Directa (2006)

Ligação Directa marca o regresso de Sérgio Godinho aos álbuns de originais, passados seis anos…

Sérgio Godinho – Lupa (2000)

Lupa sucede a Domingo no Mundo como álbum de estúdio de Sérgio Godinho e é…

Sigur Rós – Takk… (2005)

Voltemos 15 anos atrás, ao momento em que os Sigur Rós mostraram que conseguiam também…

9/10
Kanye West – Late Registration (2005)

Em Late Registration, Kanye West mostra o bom e o genial, a fé e até a vaidade. A loucura viria depois.

Erykah Badu – New Amerykah, pt. 1: 4th World War (2008)

A obra-prima de Badu subverte as regras da neo-soul. O R&B moderno a mergulhar de novo no frémito do desconhecido.

D’Angelo – Voodoo (2000)

No meio de tantas canções tão boas, a memória mais duradoura de Voodoo é a sua atmosfera.

Oasis – Standing On The Shoulder Of Giants (2000)

No virar do milénio, os Oasis mudam o logo da banda, perdem mais dois membros fundadores, Noel afasta-se das drogas e Liam escreve a sua primeira música. O disco, regado a psicadelismo, marca, de certa forma, o fim da Britpop e da relevância da banda no panorama musical.

Stankonia 2000
Outkast – Stankonia (2000)

Com um pé numa nave espacial e o outro no gueto se faz esta obra-prima do hip-hop: experimental sem esquecer a tradição, sonhadora sem esquecer a rua. Andre 3000 e Big Boi, portanto.

M.I.A. – Kala (2007)

Tudo é desmedido em Kala: mil tambores festejando a união de todas as tribos, timbres estridentes desafiando os tímpanos, uma voz blasé e insolente com quilos de swag.

The Flaming Lips – Yoshimi Battles the Pink Robots (2002)

Yoshimi é esse deslumbramento com a beleza de tudo, e a consciência amarga de que tudo perece.

The Avalanches – Since I Left You (2000)

Since I Left You é leve e eufórico, quase sem gravidade. Como se nos dissesse: liberta-te do peso do passado, abandona-te ao êxtase da viagem.

Jay-Z – The Blueprint (2001)

Talvez o disco de hip-hop mais influente dos anos 2000.

Wilco – Yankee Hotel Foxtrot (2001)

Nunca a beleza pop e a estranheza experimental casaram tão bem.

The Good, The Bad And The Queen – The Good, The Bad And The Queen (2007)

Bom dia, tristeza. Se é para seres amargura e desilusão, que sejas assim também, linda de morrer.

Daft Punk – Discovery (2001)

Quando nostalgia e futurismo são misturados na dose certa, aparece uma das obras maiores do século XXI.

Ariel Pink – The Doldrums (2000)

É sempre fora das linhas que Ariel desenha o seu estranho mundo. Não queremos sair dele.

Dizzee Rascal – Boy in da corner (2003)

E é aqui que chamamos Dizzee Rascal, que com o rasgo do seu disco de estreia se tornou o grande embaixador do grime.