Dusty Springfield – Dusty In Memphis (1969)

A soul acontece quando uma alma transborda. Dusty in Memphis é um extravasante dilúvio.

Velvet Underground – White Light/White Heat (1968)

Ainda as flower girls de Manson não haviam cortado Sharon Tate em pedacinhos, já os Velvet suspeitavam que havia algo de profundamente pueril na utopia hippie. White Light/White Heat nem chega a ser desencantado porque nunca teve ilusões.

The Beach Boys – Surfin’ U.S.A. (1963)

Querem evocar a candura do início dos anos 60? Nada melhor do que o veraneante Surfin’ U.S.A..

Sly and the Family Stone – Stand! (1969)

A primeira obra-prima de Sly mistura funk com pop psicadélico. Uma espécie de James Brown com flores no cabelo.

The Beatles – Magical Mystery Tour (1967)

Se Revolver e Sgt. Pepper’s foram um molhar de pés na onda psicadélica, Magical Mystery Tour viu os Beatles a mergulharem de cabeça no ácido lisérgico.

The Beatles – Help! (1965)

Help! é um álbum com uma crise de identidade que acompanha o amadurecimento da banda e que prepara o palco para a revolução que seriam os álbuns dos Beatles nos anos seguintes.

The Beatles – Beatles For Sale (1964)

Quatro discos em dois anos é motivo para um visível cansaço. Neste álbum os Beatles voltam a fazer versões, começam a escrever temas mais sérios e dão passos para dominar o ambiente do estúdio.

The Beatles – A Hard Days’s Night (1964)

A banda-sonora de um filme semi-cómico deflagra bem no meio da Beatlemania, alimentando ainda mais o fogo da banda mais popular do mundo

The Beatles – With The Beatles (1963)

Neste segundo álbum os Beatles mostraram que o alarido da “Beatlemania” era justificável. Sem ser inovador, With The Beatles continua a expandir os horizontes e o nível de popularidade estratosférico da banda de Liverpool.

The Beatles – Please Please Me (1963)

O primeiro disco dos Beatles é um bom primeiro esforço por um grupo de miúdos com vontade de vingar e deixa um esboço das qualidades que viriam a tornar os Beatles a banda mais influente do mundo.

The Mothers of Invention – Freak Out! (1966)

Logo ao primeiro disco, Zappa anuncia ao que vem: derrubar todas as estúpidas hierarquias estúpidas que separam a boa música da música também boa.

Nina Simone – Nina Simone Sings The Blues (1967)

O disco mais cru de Nina Simone, mandando as big bands para o diabo que as carregue.

Captain Beefheart and his Magic Band – Safe as Milk (1967)

O álbum de estreia de Beefheart é o mais acessível da sua discografia, longe da anarquia atonal de Trout Mask Replica.

Isaac Hayes – Hot Buttered Soul (1969)

O disco que inventa a soul sofisticada de auto dos dourados anos 70.

Donovan – Sunshine Superman (1966)

Se, no início da carreira, Donovan era visto como a resposta britânica a Bob Dylan, em Sunshine Superman, o músico escocês mostra o seu lado pastoral e psicadélico, distanciando-se definitivamente da sombra do norte americano.

Vince Guaraldi Trio – A Charlie Brown Christmas (1965)

Esta obra de Guaraldi faz-nos voltar a sentir aquele que achamos ter perdido para sempre.

Grateful Dead – Live/Dead (1969)

O documento definitivo da era psicadélica dos Grateful Dead e um dos melhores discos ao vivo dos anos sessenta.

Crosby, Stills & Nash – Crosby, Stills & Nash (1969)

O feliz e frutoso casamento da folk e do rock tem no disco de estreia dos Crosby, Stills & Nash um dos seus momentos mais altos