Sérgio Godinho – Domingo no Mundo (1997)

Godinho mergulha num disco feito de colaborações com outros artistas, muitos deles mais jovens vindos…

Sérgio Godinho – Tinta Permanente (1993)

Um disco elegante, que cruza a guitarra com pinceladas jazz e arranjos eruditos. Pelo menos dois temas tornam-se canónicos: a arabesca “O Elixir da Eterna Juventude” e a soturna “Fotos de Fogo”.

Sérgio Godinho – Escritor de Canções (1990)

Um disco ao vivo despido e íntimo, que acaba por servir quase como um precioso…

Stereolab – Dots and Loops (1997)

Dots and Loops é hipnótico, elegante e fresco, e o melhor disco de uma grande banda

Placebo – Without You I’m Nothing (1998)

Dois anos depois da estreia em disco, os britânicos Placebo fazem o seu trabalho mais…

Manu Chao – Clandestino (1998)

Um disco de Verão, cheio de boas vibrações caribenhas e uma névoa forte de marijuana a sair das colunas de som.

Nas – Illmatic (1994)

Illmatic é o pináculo de toda a criação de Nas que, apesar de algumas canções incríveis pelo caminho, não conseguiu nunca repetir a qualidade atingida aqui.

Red Hot Chili Peppers – Californication (1999)

O primeiro regresso de John Frusciante dá aos Red Hot Chili Peppers o maior sucesso da sua carreira, num disco carregado de singles fortíssimos

Depeche Mode – Violator (1990)

Electrónicas frias e guitarras orgânicas. Gelado de limão com chocolate quente…

Guru – Guru’s Jazzmatazz Volume 1 (1993)

Em 1993, o MC Guru mete o jazz e o hip-hop a conversar olhos nos olhos, criando um clássico influente até aos dias de hoje

Pulp – This Is Hardcore (1998)

Sexo, drogas e vazio espiritual…

The Smashing Pumpkings – Mellon Collie and the Infinite Sadness (1995)

O terceiro álbum dos Smashing Pumpking representa o seu auge de capacidade musical e foi o disco certo no momento certo.

Boards of Canada – Music Has the Right to Children (1998)

Music Has the Right to Children lembra-nos que o passado nem sempre é tão bom ou tão mau como o imaginávamos.

Sublime – Sublime (1996)

Infelizmente, foi muito breve o namoro do mainstream com o soalheiro ska punk.

Stone Temple Pilots – Core (1992)

O som de Core é uma sonoridade múmia, embalsamada e encafuada numa qualquer pirâmide com deserto à volta.

Nitin Sawhney – Beyond Skin (1999)

O seu poder está na suspensão, nem que seja provisória, do nosso cinismo. Durante 58 minutos voltamos a ter compaixão pelo mundo.

Tool – Aenima (1996)

Aenima é, basicamente, rock psicadélico. E é um dos melhores jamais feito.

The Cure – Wild Mood Swings (1996)

Depois de três discos que os levaram ao topo do mundo, os Cure começam a perder o gás em Wild Mood Swings, que apesar desse facto mantém alguns pontos de interesse