7/10
Marcelo Falcão – Viver (Mais Leve Que o Ar) (2019)

Vocalista de O Rappa segue agora a solo, pelo mesmo caminho que levou a sua antiga banda ao sucesso.

8/10
Tame Impala – The Slow Rush (2020)

O ímpeto rockeiro da adolescência já passou. Os Tame Impala estão a cada disco mais maduros e moderados.

7/10
Filipe Sambado – Revezo (2020)

É um sólido terceiro disco de um dos melhores músicos no panorama nacional.

8/10
Alex Cameron – Miami Memory (2019)

No que pensamos quando pensamos em Alex Cameron? Sintetizadores vintage, um saxofone e um rol…

Lou Reed – Transformer (1972)

O álbum charneira da carreira a solo de Reed fica para a história do rock…

Frank Ocean – Channel Orange (2012)

O sentimento transbordante da soul numa roupagem contemporânea. E um enorme escritor de canções.

7.5/10
Julian Cope – Self Civil War (2020)

Self Civil War é um louvável regresso ao formato que o imortalizou.

8/10
Destroyer – Have We Met (2020)

Começamos bem o ano quando Destroyer nos dá música nova.

7/10
Neil Young & Crazy Horse – Colorado (2019)

Andamos há anos a perguntar se Young ainda terá dentro de si um disco extraordinário.

8.5/10
Allen Halloween – Unplugueto (2019)

Unplugueto foi gravado em formato ao vivo e dá-nos um misto de temas conhecidos e outros menos.

Walkmen – Heaven (2012)

Heaven é um daqueles álbuns que parecem não ter data, ouve-se tão bem hoje como se ouvia em 2012, e cada faixa flui para a seguinte de tal forma que sentimos que o fim do disco chega antes do tempo.

7/10
Fat White Family – Serfs Up! (2019)

Serf’s Up é um disco completo e bem conseguido, de sons ecléticos e estilo refrescante, e mostra bem que os Fat White Family encontraram o seu caminho.

8.5/10
Bill Fay – Countless Branches (2020)

Não é tarde para devolver o músico ao merecido lugar de destaque da prateleira dos grande nomes da cena folk.

8/10
Mac Miller – Circles (2020)

O melhor adjectivo que encontramos para Circles é: acolhedor. As 12 músicas que o incorporam têm um fio condutor e quase se sentem como um abraço daqueles bem apertados.

8.5/10
Daniel Norgren – Wooh Dang (2019)

Wooh Dang é um ninho que nos envolve num estranho conforto.

Beach House – Teen Dream (2010)

Canções pop a roçar a perfeição. A melancolia e o torpor de sempre.

8/10
Caetano Veloso & Ivan Sacerdote – Caetano Veloso & Ivan Sacerdote (2020)

Ouvir Caetano Veloso & Ivan Sacerdote divide-nos entre a “dor e o prazer”. E assim vivemos enganados durante pouco menos de 40 minutos. É muito pouco, e tanto ao  mesmo tempo!

7/10
Madalena Palmeirim – Right as Rain (2019)

É caso para se dizer “Já estava na hora!”