Tiago Freire
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O autor deste texto tem 39 anos mas um corpinho de 35. É jornalista há mais de 15 anos. É colaborador de vários blogs e parvoíces afins e já escreveu para a Blitz e para a FHM. Nasceu e cresceu em Carcavelos, fazendo aí o mestrado musical enquanto todos os seus amigos andavam de skate ou faziam surf. Hoje em dia, divide o seu tempo entre as notícias de Economia e a educação dos seus três filhos, enquanto o mundo não percebe que ele é o maior escritor vivo do planeta, coisa que terá inevitavelmente de acontecer. Na próxima encarnação desejaria ser uma mistura entre o Serge Gainsbourg e o Pablo Aimar.

dEUS – The Ideal Crash (1999)

O magnífico disco em que os dEUS fazem a síntese perfeita entre enormes canções e a estranheza que sempre os definiu

Sérgio Godinho: uma vida a musicar as nossas vidas

Não há forma de pagar o tanto que Godinho nos deu, a banda sonora das nossas vidas, musicando com as suas palavras certeiras o nosso quotidiano, todas as nossas pequenas e grandes derrotas e vitórias diárias.

Sérgio Godinho – Domingo no Mundo (1997)

Godinho mergulha num disco feito de colaborações com outros artistas, muitos deles mais jovens vindos do rock, uma tendência que viria a acentuar-se nos anos seguintes A década de 90 não foi tão profícua como as anteriores da carreira de…

Sérgio Godinho – Escritor de Canções (1990)

Um disco ao vivo despido e íntimo, que acaba por servir quase como um precioso best-of No início da década de 90, Sérgio Godinho decidiu avançar com algo que lhe andava havia muito na ideia. Queria fazer uma temporada numa…

Sérgio Godinho – Aos Amores (1989)

Godinho volta ao amor, aos retratos sociais e aos grandes temas, no seu último registo da década de 1980 No final da década de 80, havia mudanças à vista. Depois da edição de Os amigos de Gaspar – uma espécie…

Sérgio Godinho – Na Vida Real (1986)

Godinho muda de som em direcção aos teclados sintetizados, num disco nocturno e com cheiro a jazz. Anos 80 e sintetizadores são coisas que aparecem muitas vezes juntas, e normalmente com mau resultado, ouvidas à distância dos anos. Em 1986,…

Sérgio Godinho – Pano-cru (1978)

Um disco de charneira que faz a ponte entre o Sérgio Godinho político e o criador de êxitos imortais.

Sérgio Godinho – À Queima-Roupa (1974)

O disco mais político de Sérgio Godinho, nascido bem no meio do 25 de Abril de 1974.

Playlist da Semana: Sérgio Godinho 75

Mais do que um best-of, é uma escolha de todas as fases do seu percurso, entre êxitos e temas menos conhecidos.

Bill Callahan – Gold Record (2020)

O homem da voz funda dá-nos mais um belo disco em que confirma que está, de facto, num campeonato à parte da esmagadora maioria da concorrência Bill Callahan fez-nos esperar seis anos para nos dar Shepherd in a sheepskin vest,…

Stereolab – Dots and Loops (1997)

Dots and Loops é hipnótico, elegante e fresco, e o melhor disco de uma grande banda

Placebo – Without You I’m Nothing (1998)

Dois anos depois da estreia em disco, os britânicos Placebo fazem o seu trabalho mais marcante, tornando-se uma voz para os inadaptados Quando os Placebo – formados em 1994, em Londres – editam o primeiro disco, homónimo, de 1996, a…

Taylor Swift – Folklore (2020)

A cantora mais bem sucedida da cena pop mundial aproveitou a pandemia para se reinventar num disco “indie” e, sobretudo, íntimo.

JARV IS… – Beyond the pale (2020)

O homem dos Pulp regressa com uma nova banda, novos caminhos musicais e a mestria de sempre O último disco a solo de Jarvis Cocker, o corpo e alma dos incontornáveis Pulp, já tem mais de dez anos, mas o…

Pela estrada fora, ao som das guitarras de Brown Acid

Cada volume da série Brown Acid é uma trip por si mesma.

Rolling Blackouts Coastal Fever – Sideways to New Italy (2020)

Ao segundo disco, os australianos Rolling Blackouts Coastal Fever mantêm todos os argumentos que os lançaram para a ribalta, num disco soalheiro mas ao qual falta algum golpe de asa.

Clã – Véspera (2020)

Véspera mostra a mestria e o bom gosto do conjunto, num trabalho para ser apreciado mais com a cabeça do que com a cintura ou o coração.

Red Hot Chili Peppers – Californication (1999)

O primeiro regresso de John Frusciante dá aos Red Hot Chili Peppers o maior sucesso da sua carreira, num disco carregado de singles fortíssimos