Tiago Crispim
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Passou a infância e juventude rodeado de discos. Lembra-se de chorar quando foi vendida a colecção de vinil lá de casa, no advento do cd, e ainda está ligeiramente traumatizado. Estudou comunicação e aos 25 anos começou a arranhar guitarras e teclas. Anda com a cabeça nas nuvens do FM.

The Beatles – With The Beatles (1963)

Neste segundo álbum os Beatles mostraram que o alarido da “Beatlemania” era justificável. Sem ser inovador, With The Beatles continua a expandir os horizontes e o nível de popularidade estratosférico da banda de Liverpool.

“Norwegian Wood (This Bird Has Flown)” – The Beatles

O ponto de viragem na escrita de canções da dupla Lennon-McCartney.

Paul McCartney – McCartney (1970)

Paul McCartney procura a sua identidade a solo como músico.

Poppy – I Disagree (2020)

Poppy é um fenómeno da internet. Criada como projeto artístico/performance musical, apresenta o seu mais recente disco “I Disagree”, altamente influenciado pelo rock japonês.

André Henriques – Cajarana (2020)

Numa altura em que vários membros de Linda Martini lançam trabalhos a solo, o álbum de André Henriques é um olhar intimista e despido nas orquestrações, em que a letra carrega toda a música. André Henriques disse uma vez em…

Maria Reis – Chove na Sala, Água nos Olhos (2019)

Como um penso rápido, é coisa que não demora a arrancar mas deixa uma sensação de desconforto.

Filipe Sambado – Revezo (2020)

É um sólido terceiro disco de um dos melhores músicos no panorama nacional.

IAMX – Alive In New Light (2018)

Cheio de detalhe e subtileza, mas também de teatralidade e emoção, este é um óptimo disco para começar a ouvir IAMX.

Esteves – Esteves (2019)

Tendo como fio condutor a guitarra acústica e a voz de Tiago Esteves, eis Esteves.

Boy Harsher – Careful (2019)

Boy Harsher são uma banda norte-americana algures entre o eletropop e o darkwave minimal. Chegam em 2019 com Careful em perfeito equilíbrio da synth pop.

Mulherhomem – Blasférmico (2019)

Mulherhomem regressou em 2019 com Blasférmico, terceiro e último trabalho do trio. Um disco que cresce com cada audição.

Time For T – Galavanting (2019)

Galavanting apura ainda mais a forma dos Time For T, que se superam em canções positivas. É pena que o disco seja curto.

FKA Twigs – Magdalene (2019)

É um álbum sobre reconstrução de identidade, de voltar a ser um, sem outra metade.

David Bruno – Miramar Confidencial (2019)

Um mundo que David Bruno sabe muito bem trabalhar, entre o parolo da meia branca e o irónico que a exibe, sem se perder nas referências e nas piadas, sempre com bom gosto como pano de fundo a contar a história.

Mattiel – Satis Factory (2019)

Não é de estranhar que Jack White tenha apadrinhado o primeiro trabalho de Mattiel.

Lower Dens – The Competition (2019)

Está aberta a competição aos melhores discos do ano e o dreampop dos Lower Dens é candidato, cinco anos depois de Escape From Evil, desta vez de braço dado com sintetizadores dançáveis.

Ezra Furman – Twelve Nudes (2019)

Voz cheia de distorção, gritos, reacção e crueza. Ezra Furman regressou com Twelve Nudes e talvez não seja nada do que estão à espera.

Jakuzi – Fantezi Müsik (2017)

Antes de mais, o synthpop turco é real. Fugiu para o mundo da luz em 2017 com Fantezi Müsik e está aqui.