“Babies” – Pulp

Como é possível que os Pulp nunca tenham vindo tocar a Lisboa? Tanta banda que se repete em festivais e concertos em nome próprio, ano após ano, e a banda de Jarvis seja esquecida? Inaceitável. Em Portugal estiveram duas vezes,…

“Disco 2000” – Pulp

Semana de canções do dia com anos no título – 5/5. Fechamos esta semana com a mudança de década, de século, de milénio e com o ritmo festivo dos Pulp e de uma das suas canções pop perfeitas. “Disco 2000”…

Pulp – This Is Hardcore (1998)

Sexo, drogas e vazio espiritual…

“59 Lyndhurst Grove” – Pulp

Como habitualmente nos Pulp, Jarvis Cocker traça, com poucas palavras, todo um conto, toda uma personagem, toda uma vida.

Canção do Dia: Pulp – Mis-shapes

Se há uma canção que define como nenhuma outra o DNA dos Pulp é «Mis-shapes», hino dos desadaptados inteligentes contra os adaptados burros. Jarvis, qual Marx e Engels da timidez, exorta: míopes e desengonçados de todo o mundo, uni-vos, usem…

Musipédia: Pulp

She came from Greece she had a thirst for knowledge She studied sculpture at St. Martin’s college That’s where I Caught her eye She told me that her dad was loaded I said “in that case I’ll have rum and…

Pulp – His ‘n’ Hers (1994)

His ‘n’ Hers é o quarto disco de originais da banda, mas foi aquele que primeiro afirmou todo o seu potencial como fenómeno de massas. Massas algo estranhas, há que admitir, embora numerosas. Os Pulp, enquanto projecto de vida de Jarvis…

Canção do Dia: Pulp – Common People

O ser humano nunca se sente realizado. A canção “Common People” lida com o tema da insatisfação humana, algo que nos é intrínseco. Ao que parece, os seus versos revelam um certo pendor autobiográfico, uma vez que Jarvis Cocker estudou…

Pulp – Different Class (1995)

E aqui, meus amigos, entramos em território quase sagrado. Falamos dos Pulp, essa banda que, durante anos, foi a banda preferida de qualquer gajo que não podia com os U2 e torcia o nariz aos boçais (se bem que não…

Wet Leg – Wet Leg (2022)

Com este disco homónimo, as Wet Leg marcam um regresso bem-disposto ao indie rock, entre o irónico e o despretensioso. Um trabalho muito bem conseguido.

The Arctic Monkeys – Whatever People Say I Am, That’s What I’m Not (2006)

O álbum de estreia dos Arctic Monkeys é um dos clássicos maiores do indie moderno: endiabrado, melódico e inteligente. Um tratado sobre o beco sem saída da adolescência nos subúrbios.

Franz Ferdinand – Franz Ferdinand (2004)

Com a sua explosiva mistura de indie rock com disco sound, o álbum de estreia dos Franz Ferdinand faz dançar as cinzas da tua tia-avó coxa.

dEUS – In A Bar, Under The Sea (1996)

O segundo álbum dos dEUS é caótico mas melódico, bizarro mas viciante. Nunca o indie foi tão doido e colorido.

Dusty Springfield – Dusty In Memphis (1969)

A soul acontece quando uma alma transborda. Dusty in Memphis é um extravasante dilúvio.

JARV IS… – Beyond the pale (2020)

O homem dos Pulp regressa com uma nova banda, novos caminhos musicais e a mestria de sempre O último disco a solo de Jarvis Cocker, o corpo e alma dos incontornáveis Pulp, já tem mais de dez anos, mas o…

The Beach Boys – Surfin’ U.S.A. (1963)

Querem evocar a candura do início dos anos 60? Nada melhor do que o veraneante Surfin’ U.S.A..

Lily Allen – Alright, Still (2006)

Um disco que vive da permanente tensão entre a inocência sonhadora da música e a malícia filha da puta das letras.

The Cure – Wild Mood Swings (1996)

Depois de três discos que os levaram ao topo do mundo, os Cure começam a perder o gás em Wild Mood Swings, que apesar desse facto mantém alguns pontos de interesse