“Fechado para Obras / Dans Une Autre Vie Misérable” – Foge Foge Bandido

Como muito do álbum que a alberga “Fechado para Obras/Dans Une Autre Vie Misérable” encontra-se algures entre uma canção-que-não-é-bem-uma-canção e uma experiência-que-não-é-bem-uma-experiência.

Rádio Clube Altamont #41 – Especial 20 anos

Neste episódio celebramos o vigésimo aniversário do Altamont. Participam todos os intervenientes do podcast, escolhendo canções, bandas, concertos e álbuns que mais os marcaram no período de existência do nosso querido site. Como sempre, há consensualidade à volta de alguns,…

2005 / 2025 – As Escolhas de: Rui Gato

Desafiámos os nossos escribas a fazer a difícil escolha de selecionar um álbum, uma banda/artista, uma música, um concerto e um artigo escrito no altamont que os tenha marcado, nestes últimos 20 anos. Poderão vê-las no decorrer das próximas semanas,…

Manel Cruz + Samuel Úria || Teatro Maria Matos: Barrigas à Mostra e Canções no Coração

A última data de “Conta-me uma Canção” em 2025 só podia ser em grande: Manel Cruz e Samuel Úria, dois dos melhores cantautores nacionais, juntaram-se em palco para uma noite que ficará nos nossos corações.

Manel Cruz em entrevista: A arte muda mentalidades, pode não fazer A diferença, mas faz diferença

O artista portuense passa a sua carreira em revista em antecipação do concerto no Theatro Circo no dia 29 deste mês

“Ouvi Dizer” – Ornatos Violeta

“Ouvi Dizer”, o primeiro single d’O Monstro Precisa de Amigos, tem a colaboração de Victor Espadinha e estabeleceu-se como uma clássica canção de amor, ou melhor, desamor. Os primeiros versos do poema recitado no final do tema pelo actor português…

Supernada – Nada é Possível (2012)

Ruca Lacerda, baterista dos Pluto, começa a escrevinhar ideias à guitarra, formando os Supernada, também com Manel Cruz a bordo. O resultado é um disco denso e difícil, mas com uma riqueza rítmica invejável.

Foge Foge Bandido – O Amor Dá-me Tesão / Não Fui Eu Que Estraguei (2008)

Em 2008, para surpresa de todos, Manel Cruz decide lançar o que é, até hoje, a sua obra mais inclassificável.

Manel Cruz || CCB: os efeitos diretos da poesia

Manuel Cruz é um herói sem capa! Sem capa e, mais tarde ou mais cedo, sem camisola… mas com uma alma maior do que o Mundo e que insiste em pagar a conta do amor que lhe votamos em carinho, piadas e lindas melodias.

Ornatos Violeta – O Monstro Precisa de Amigos (1999)

O segundo, e último disco de originais dos Ornatos Violeta, faz este ano 25 anos e é um dos álbuns essenciais do rock português. Muitas das canções incluídas são reconhecidas pelos melómanos nacionais, e algumas delas tornaram-se hinos de uma geração que cresceu nos anos 90.

Playlist da Semana: Especial Manel Cruz

Para abrir as hostes, criámos uma playlist com as melhores canções de Manel Cruz, em banda, a solo, e também com as suas melhores colaborações.

Pluto || Musicbox: A consagração dos hits numa noite onde não faltaram novidades

Os Pluto puseram finalmente fim ao seu hiato de quase 20 anos. Para o aniversário do Musicbox levaram músicas novas, boa disposição e uma saudável dose de nudez.

NOS Alive 2022 – Dia 4

O NOS Alive 2022 largou o último suspiro com os Da Weasel, os grandes heróis do dia.

Vem aí Festival: NOS Alive 2022

Ao fim de três anos, o maior Festival de Lisboa está de regresso! Ali mesmo, no sítio do costume, e desse imenso vazio de tempo, far-se-á de novo a festa. A décima quarta edição do NOS Alive está a chegar, está mesmo ao virar da esquina.

Manel Cruz || Festa do Livro

No concerto na Festa do Livro, em Lisboa, Manel Cruz apresentou-se sem banda e em modo acústico, só ele e a sua febre criativa.

Clã: 25 anos na corda bamba

O longo e sempre interessante caminho dos Clã, uma banda que insiste em apaixonar-nos.

“Beija-Flor” – Manel Cruz

Conta-me mais verdades, Manel,
E depois, faz o que fazes melhor
E põe o amor por palavras
Para ele finalmente poder voar.

Os melhores discos nacionais de 2019

Continuamos, portanto, a saber fazer música aqui no nosso retângulo, não para inglês ver, mas para consumo interno, para nos deliciarmos na nossa língua materna e por ela nos deixarmos envolver. Rejubilemos, então, e até 2020!